domingo, 14 de março de 2010

O malcriado

Estamos chegando na reta final! Em breve nosso Benjamin estará do nosso lado. Não vejo a hora de ver a carinha dele. Será que vai puxar a mim, o pai, ou vai sair a cara da mãe? Vai nascer gordo? Com quantas dobrinhas? Cabeludo ou careca? Eu tô bastante ansioso! A qualquer momento a mãe vai me dar o sinal.

Mas a minha grande preocupação agora já é com o pessoal do "eu acho".

- Eu acho que ele tá com frio.
- Eu acho que ele tá com fome.
- Eu acho que você tá fazendo errado.
- Eu acho que é melhor o outro peito.
- Eu acho que é melhor assim.

Bom, eu acho que a gente só deve dizer "eu acho" quando for perguntado. O casal aqui não é sabe tudo e na dúvida vai perguntar sim. E o pessoal que diz que é indispensável a ajuda da mãe, sogra, tia ou babá, que me desculpe. A princípio, achamos totalmente dispensável. Se mudarmos de idéia a gente avisa. Se você achou difícil, não quer dizer que vá ser o mesmo conosco. Sem projeção, por favor. E sem torcer contra! É que tem gente que torce pra você quebrar a cara só pra poder ter o prazer de dizer: Viu? Eu te disse...

Como Mari já disse, quando nasce uma criança, nasce um pai e uma mãe juntos. A gente quer sentir o prazer e as dificuldades juntos. E se precisarmos de alguma opinião a gente vai pedir.

Abraço,
Guga, o pai

2 comentários:

Mamãe Mari disse...

Isso mesmo, meu amor, assino embaixo. Apoiado totalmente e incondicionalmente!

Malu Cavalcanti disse...

Guga e Mari, não tem jeito: também nascem avós, sogros, tios e tias postiços...
Cuidado só com as armadilhas: porque em vez de eu "eu acho que", eles vão vir com "será que o bebê..."

Malu