No fim das contas, o bendito véu foi a coisa mais fácil de ser resolvida. A Santa Dona Célia, modista que está tecendo meu vestido, marcou com uma amiga dela, a Dona Ruth Guimarães, uma senhora fofíssima especializada em tudo para noivinhas (estilo vovó-querida, sabe?).
Fui lá na casa da Dona Ruth no sábado, devidamente acompanhada pela Dona Célia (que faz o tipo mãe da noiva) para provar o dito cujo do véu. Preciso dizer que o apê da Dona Ruth no Flamengo é lindo, daqueles antigos da década de 40, gigantes. E eu me senti a Lady Di no meio daquele monte de grinaldas e afins. Bem divertido.
Já fui imaginando que véu é véu, coisa rápida. Que nada! A Dona Ruth me veio com uma infinidade de modelos, todos bem curtinhos, do jeito que eu pedi. E eu descobri que o véu tem um tipo "suporte" para prender no cabelo (sempre achei um mistério aquela coisa pendurada sem nenhum grampo. Tudo foi explicado agora...).
Meu drama agora é o bendito sapato - eu e o Guga varremos todas as lojas desse Rio de Janeiro e não achamos. Os únicos que eu gostei são de plástico, da Melissa, mas acho que se eu aparecer com um desses a Dona Célia infarta. Os outros encontrados enforcam meus dedinhos gordinhos.
domingo, 2 de novembro de 2008
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Um comentário:
Vai com um sapato lindo, Mari...deixa os dedinhos pra lá...faz parte...acho que na primeira hora e meia de casamento, a adrenalina misturada com a endorfina serão suficientes pra vc nem lembrar dos dedinhos apertados!!!!!!!Mas leva a melissa pra trocar depois das fotos(ou a qualquer tempo...)
O sapatinho de cinderela faz parte do conto de fadas, sabe...
Tem uns lindos...
Sou a favor do sapatinho lindo! (com a opção melissa pro segundo tempo)
PS Durante a cerimonia, eu vc e o Guga ficaremos DESCALÇOS!!!!!
(já ajuda???)
bjk e saravá,
Dri
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